Holanda desenvolve novo método para datação de Impressões Digitais

   Peritos Papiloscopistas da Holanda desenvolveram um método que segundo eles é capaz de "datar impressões digitais com precisão". A descoberta pode levar a polícia a "datar" as impressões digitais encontradas em locais de crimes há alguns anos atrás. "Trata-se de uma descoberta muito importante", diz Marcel De Puit, pesquisador na área de Papiloscopia do Instituto Forense da Holanda (Netherlands Forensic Institute - NFI), argumentando ser uma descoberta pioneira.

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A Perícia Criminal no Brasil como instância legitimadora de práticas policiais inquisitoriais

Autores: Alexandre Giovanelli e Rodrigo Grazinoli Garrido


Resumo: A perícia criminal brasileira apresenta deficiências extremas no que concerne à sua organização, padronização de procedimentos e suficiência tecnológica. Por outro lado, os órgãos periciais estão imersos, por razões históricas e administrativas, na cultura policial, de tal maneira que os métodos de investigação científica acabam por serem minimizados em relação aos métodos adotados pelas polícias judiciárias estaduais, qual seja, a investigação de natureza inquisitorial, em que a eleição de um culpado é precedido dos indícios materiais. Tal prática compromete o estatuto de “cientificidade” da comunidade pericial, colocando em dúvida a credibilidade da prova material produzida e inviabilizando a consolidação de um sistema judiciário equânime e democrático. A solução para esta questão passa necessariamente pela aplicação de políticas centralizadas de fomento à práticas científicas, bem como a normatização das práticas periciais.

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Recuperação de impressões latentes e DNA em pele humana

Autores: Doris Färber¹; Andrea Seul¹; Hans-Joachim Weisser², Ph. D.; Michael Bohnert², M.D.

¹Polí­cia Federal da Alemanha

²Universidade de Friburgo - Instituto de Medicina Forense

 

INTRODUÇÃO

            O contato entre o homicida e a pele da vítima raramente deixa algum vestígio que possa ser detectado. A viabilidade de buscas impressões deixadas pelo homicida na pele da vítima vem sendo discutida por vários cientistas forenses.

            A Polícia Federal da Alemanha iniciou um projeto de pesquisa em parceria com institutos de medicina forense para recuperar impressões latentes da pele de cadáveres e avaliar se o DNA do agressor poderia ser recuperado a partir dessas impressões. Após a obtenção de resultados positivos em pré-testes, o projeto foi financiado pelo programa AGIS da União Européia. Também participaram do projeto instituições de pesquisa da Áustria, Dinamarca e Reino Unido.

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Novo método para identificação de suspeitos de cometer abuso sexual

Pesquisadores do Reino Unido e dos Estados Unidos descobrem um método para identificar componentes do lubrificante de camisinhas em impressões latentes de locais de crime. Assim, torna-se possível afirmar se uma determinada pessoa, ao deixar suas impressões digitais, havia tido contato prévio com o preservativo.

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Avanço das técnicas sobre impressões digitais oferecem novas evidências forense

A tecnologia para extrair impressões digitais de uma cena de crime poderia mostrar se um suspeito fez uso de drogas ou se esteve em contacto com explosivos. Pesquisadores da Sheffield Hallam University desenvolveram uma forma de capturar as impressões digitais que podem identificar substâncias tocadas e secreções do corpo de uma pessoa. Isto poderia fornecer novas informações sobre as ações de um suspeito e seus hábitos. Os cientistas esperam que a tecnologia esteja disponí­vel para a polí­cia dentro de três anos.

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